30/09/2005
CRC-CE Nº 39/2005 - 30/09/2005

RESUMO DAS NOTÍCIAS

 

RECEITA FEDERAL DO BRASIL

·       DCTF SEMESTRAL 2005

·       DACON2005

NOTÍCIAS DO CONSELHO

·       SEMINARIO DE CONTABILIDADE PÚBLICA TEM RECORDE DE PARTICIPANTES

·       CRC-CE LANÇA REVISTA CEARENSE DE CONTABILIDADE

·       CRC-CE FIRMOU PROTOCOLO DE INTENÇÕES COM O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO

·       INFORMATIZAÇÃO DAS DELEGACIAS

·        PALESTRAS:  LEI GERAL DA MICROEMPRESA e  EMPREENDEDORISMO DE NEGÓCIOS

·       I ENCONTRO DA MULHER CONTABILISTA DA ZONA NORTE

·       ELEIÇÕES PARA CRC EM 17 DE NOVEMBRO 

 OPINIÃO ATIVA

·       O PAPEL DO CONTABILISTA

 

RECEITA FEDERAL DO BRASIL

 

DCTF SEMESTRAL 2005

 

DCTF do 1º/semestre/2005 - Prazo de entrega: 07.10.2005

 

Termina na próxima sexta-feira (7) o prazo para entrega da DCTF do 1º semestre de 2005, a qual deve ser transmitida via Receitanet, utilizando-se do programa específico na versão 1.1, disponível no site da Receita Federal do Brasil. A pessoa jurídica não pode apresentar a DCTF semestral na hipótese desta ter entregue alguma DCTF mensal em 2005. Excepcionalmente, para a transmissão da DCTF Semestral, relativamente ao ano-calendário de 2005, é opcional a utilização de certificado digital.

Alguns contabilistas têm procurado o Plantão Fiscal da Receita Federal do Brasil para tirar dúvidas sobre a contabilização e preenchimento da DCTF, nos casos de retenções de contribuições sociais, na forma do art. 30 da Lei nº 10.833, de 2003.

A título de ilustração, apresentamos um exemplo prático sobre o assunto, inclusive com sugestão de contabilização das operações, objetivando esclarecer a classe contábil sobre o tema, na forma a seguir:

PREENCHIMENTO DA DCTF – Caso Prático:

A empresa “A”, locadora de mão-de-obra, prestou serviço no mês de janeiro de 2005 para a empresa “B” (tomadora dos serviços) no valor de R$ 10.000,00, com vencimento para o dia 15.2.2005, conforme fatura enviada a empresa “B” no final do mês de fevereiro.

De acordo com esses dados hipotéticos acima, proceder a contabilização nas empresas “A” e “B”, inclusive preenchendo a DCTF na tomadora dos serviços (“B”), sabendo-se que:

a)       As empresas tributam seus resultados como base no lucro real trimestral;

b)       A empresa tomadora dos serviços retém todas as contribuições sociais, ou seja, 4,65% sobre o valor da fatura:

1) Na empresa prestadora de serviços “A”:

a)       no dia 31.1.2005, a empresa “A” deve contabilizar a receita na forma a seguir (os percentuais a seguir são aplicados sobre o valor da nota fiscal):

D – Duplicatas a Receber

9.900,00

 

D – IRF a Recuperar

   100,00

(1,0%)

C - Receitas de Prestação de Serviço

10.000,00

 

Obs:

A empresa prestadora de serviço pode compensar o IR a partir do mês do faturamento. A tomadora do serviço deve contabilizar a obrigação no próprio mês de janeiro, pelo regime de competência, na forma da Lei comercial (Lei nº 6.404/76). A não contabilização da obrigação distorce o resultado econômico do exercício, na hipótese do gasto se referir à despesa e/ou custo.

b)       no dia 15.2.2005, a empresa “A” deve contabilizar o recebimento da duplicata, na forma a seguir:

D – Caixa/Bancos

9.435,00

 

D – COFINS retida a recuperar

   300,00

(3,0%)

D – PIS/Pasep retido a recuperar

     65,00

(0,65%)

D – CSLL retida a recuperar

   100,00

(1,0%)

C – Duplicatas a Receber

 9.900,00

 

c)       no dia 28.2.2005, a empresa “A” deve fazer o cotejamento dos débitos das contribuições sociais devidas sobre o faturamento no mês, constantes do passivo circulante, com os valores registrados no ativo circulante (valores retidos pelos tomadores de serviços). Caso o resultado seja credor (passivo circulante) deve ser informado na DCTF como débito, ou seja, deve ser informado na DCTF o valor líquido do débito, já deduzido das retenções das contribuições efetuadas pelos tomadores de serviços.

d)        O débito do Imposto de Renda a Recolher a ser informado na DCTF também deve ser informado pelo líquido, ou seja, já diminuído da retenção de R$ 100,00 (valor creditado pelo tomador do serviço), em 31.1.2005.

Obs.:

Ainda com relação ao Imposto de Renda, a compensação pode ser feita no final do trimestre (31.3.2005), no caso da pessoa jurídica optar pelo lucro real trimestral, presumido ou arbitrado. Na hipótese de optar pelo lucro real anual, também é possível compensar somente no final do ano-calendário.

No que se refere à Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL, a compensação será possível somente a partir da retenção (pagamento), podendo ser compensada no final do trimestre civil, desde que a prestadora de serviços tribute os seus lucros com base no lucro real trimestral, presumido ou arbitrado.

Na hipótese de optar pelo lucro real anual, o IR pode ser compensado já a partir do mês da retenção ou crédito, o que ocorrer primeiro, no caso concreto em 31.1.2005. A compensação da CSLL só será possível a partir do momento de sua retenção (pagamento);

e)       A empresa “A” deve informar da DIPJ2006 as retenções do IR e das contribuições retidas pelos tomadores de serviços, no ano-calendário de 2005, passíveis de compensação;

f)         É irrelevante se o tomador de serviços recolheu o IR e as contribuições sociais no vencimento.

2) Na empresa tomadora de serviços “B”

a)       no dia 31.1.2005, a empresa “B” (tomadora de serviços) deve contabilizar o gasto como custo ou despesa, na forma que se segue. A não contabilização da obrigação distorce o resultado econômico do exercício, na hipótese do gasto se referir à despesa e/ou custo, podendo gerar antecipação de Imposto de Renda e de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. A empresa “B” apura o resultado com base no lucro real anual, pagando o IRPJ pela estimativa mensal:

D – Custo/Despesa Operacional

10.000,00

C – Duplicatas a Pagar

9.900,00

C – IRF a Recolher  (1,0%)

   100,00

b)       no dia 9.2.2005 (terceiro dia útil da semana seguinte à ocorrência do fato gerador – crédito), a empresa “B” deve recolher o IR retido sobre o crédito contabilizado (exigibilidade criada em 31.1.2005), contabilizando na forma a seguir:

D – IRF a Recolher

    100,00

C – Caixa/Bancos

    100,00

c)       no dia 15.2.2005, a empresa “B” liquidou a obrigação junto à empresa “A”, retendo as contribuições sociais devidas. O valor a pagar será o valor já descontado do IR e das contribuições (Duplicata ou Recibo), contabilizando na forma a seguir:

D – Duplicatas a Pagar

 

 

9.900,00

C – Caixa/Bancos

 

 

9.435,00

C – COFINS Retida a Recolher  

(3,0%)

 

   300,00

C – PIS/Pasep Retido a Recolher

(0,65%)

 

     65,00

C – CSLL Retida a Recolher

(1,0%)

 

   100,00

d)       no dia 25.2.2005 (último dia útil da semana subseqüente àquela quinzena em que tiver ocorrido o pagamento), a empresa “B” recolheu as contribuições sociais, no valor de R$ 465,00, no código 5952, conforme art. 1º, § 1º, do ADE Corat nº 81, de 18.12.2003. A contabilização deve ser feita na forma a seguir:

D – COFINS Retida a Recolher

 300,00

D – PIS/Pasep Retido a Recolher

   65,00

D – CSLL Retida a Recolher

 100,00

C – Caixa/Bancos

    465,00

Na DCTF Mensal 1.1 ou Semestral 1.0, para o ano-calendário de 2005, foi criada uma pasta de Contribuições Sociais Retidas na Fonte – CSRF (Lei nº 10.833, de 2003, art. 30).

Portanto, em relação aos fatos geradores que ocorreram a partir de 1o de janeiro de 2005, os débitos relativos aos valores retidos, conforme o art. 30 acima, devem ser informados na DCTF gerada pelos programas "DCTF Mensal 1.1" ou "DCTF Semestral 1.0", utilizando-se os seguintes códigos de receita (ADE Corat nº 34, de 15.3.2005):

a) - 5952/02, em se tratando de débito correspondente à soma da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da Contribuição para o PIS/Pasep retidas, cujo recolhimento tenha sido efetuado mediante a utilização do código de receita 5952; e

b) - 5987/04, 5960/04 e 5979/04, em se tratando de débitos relativos à CSLL, à Cofins e à Contribuição para o PIS/Pasep, respectivamente, retidas, nos casos em que a pessoa jurídica sujeita à retenção é beneficiária de isenção ou alíquota zero, na forma da legislação específica, ou de suspensão da exigibilidade do crédito tributário, de uma ou mais das referidas contribuições.

Os códigos relacionados acima constam da tabela de códigos dos programas geradores de DCTF Mensal e de DCTF Semestral, aprovados pelas IN-SRF 520 e 521, respectivamente, ambas de 11.3.2005, no grupo de tributo Contribuições Sociais Retidas na Fonte (CSRF).

e)       A empresa “B” deve preencher a DCTF do 1º sem/2005 para entrega até o dia 7.10.2005. Além dos impostos e contribuições devidos por força do seu faturamento mensal, de acordo com o seu objeto social, o tomador de serviço deve informar, em separado na DCTF, como débito (CSRF), os valores retidos das contribuições sociais (de terceiros), com o código a seguir, tendo em vista a retenção de 4,65% sobre a fatura, ou seja, com a retenção das três contribuições sociais:

5952/02 – CSLL, COFINS e PIS/PASEP - Retenção quinzenal sobre pagamentos de pessoa jurídica a pessoa jurídica de direito privado/Lei nº 10.833/2003.

A tomadora de serviços, após recolher as contribuições retidas de terceiros (COFINS, PIS/PASEP e CSLL), através de DARF, pago no código 5952, deve informar:

f)         Na Ficha pagamento, aparece no DARF (pagamento com DARF) o código 5952, cabendo ao contribuinte fazer a devida vinculação entre o débito e o crédito na quadrícula ao lado do DARF, em igual valor, se for o caso.

g)       A empresa tomadora de serviços fica obrigada a informar ao beneficiário anualmente até o último dia útil de fevereiro do ano subseqüente, as retenções na DIRF anual, bem como preencher o formulário constante do anexo II da IN-SRF nº 381, de 2003 (atual IN-SRF nº 459, de 2004).

Em relação aos fatos geradores que ocorreram a partir de 1º de janeiro de 2005, os débitos relativos à Contribuição para o PIS/Pasep e à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), incidentes sobre a receita bruta das sociedades em conta de participação (SCP), deverão ser informados na DCTF gerada pelo programa "DCTF Semestral 1.0", pelo sócio ostensivo, utilizando os códigos de receita informados no Ato Declaratório Executivo Corat nº 62, de 27.9.2005 (DOU de 29.29.2005).

 

DACON2005

 

Dacon2005 semestral: Prazo termina no próximo dia 7

 

A partir do ano-calendário de 2005, todas as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real, presumido ou arbitrado, estão obrigadas à entrega do Dacon2005, na versão 2.0. As entidades imunes e isentas do imposto de renda estão também submetidas a essa obrigatoriedade, desde que o valor mensal das contribuições a serem informadas seja igual ou superior a R$ 10.000,00 (dez mil reais).

As pessoas jurídicas obrigadas à entrega da DCTF mensal estão obrigadas a entrega do Dacon trimestralmente, de forma centralizada pelo estabelecimento matriz, independentemente da forma de apuração das contribuições (cumulativa, não-cumulativa, alíquotas diferenciadas ou por unidade de produtos, substituição tributária ou mesmo como base na folha de salários).

 As demais pessoas jurídicas deverão apresentar, semestralmente, o Dacon, também centralizado pelo estabelecimento matriz. Essas empresas/entidades deverão apresentar um Dacon, na versão 2.0, para cada trimestre que compõe o semestre, ou seja, o Dacon semestral corresponde à transmissão de dois trimestres, com emissão de dois recibos de entrega. Nada impede que os trimestres que compõem o semestre sejam transmitidos em datas diferentes.

Na realidade, o Programa Gerador da Declaração (PGD) é o mesmo, independentemente de ser trimestral ou semestral. A única diferença é o prazo de entrega, que, no semestral, deve ser apresentado dois Dacon’s.

O prazo de entrega do 1º e 2º Dacon trimestral será até o dia 7, ou seja, na próxima sexta-feira, correspondente ao mesmo prazo para entrega da DCTF semestral.

O Plantão Fiscal da Receita Federal do Brasil elaborou alguns exercícios sobre o preenchimento do Dacon2005, vinculando cada operação de receita/custo/despesa às linhas do Dacon, independentemente da forma de apuração das contribuições. Os exercícios estão disponíveis no site do CRC-CE, no endereço: www.crc-ce.org.br, página inicial, em Informações Técnicas.

   A omissão de informações ou a prestação de informações falsas no Dacon pode configurar hipótese de crime contra a ordem tributária previsto nos arts. 1º e 2º da Lei nº 8.137, de 27 de dezembro de 1990, sem prejuízo das demais sanções cabíveis.

 

 

DACON DE ANOS ANTERIORES

O Dacon, original ou retificador, relativo a fatos geradores anteriores ao ano-calendário de 2005 deverá ser apresentado mediante a utilização dos seguintes programas:

a)       - "Dacon 1.1", aprovado pelo Ato Declaratório Executivo Cotec nº 003, de 24.3.2004, para fatos geradores ocorridos até o primeiro trimestre de 2004;

b)       - “Dacon 1.3”, aprovado pela Instrução Normativa SRF nº 518, de 28 de fevereiro de 2005, para os fatos geradores relativos ao segundo, terceiro e quarto trimestres de 2004.

 

NOTÍCIAS DO CONSELHO

 

SEMINÁRIO DE CONTABILIDADE PÚBLICA TEM RECORDE DE PARTICIPANTES

        Encerrou-se  nesta  sexta-feira(30/09) o VI Seminário de Contabilidade Pública do Estado do Ceará,  que teve inicio dia 29 e  reuniu o maior número de contabilistas, professores e estudantes do que os seminarios anteriores, com mais de 300 participantes, lotando todas as plenárias do evento, que ocorreu no auditório do Conselho Regional de Contabilidade  do Estado do Ceará. O encontro abriu os debates com a palestra ‘Gestão Pública e o Exercício da Cidadania” ministrada pelo jurista Djalma Pinto. No segundo dia tivemos: “Resultado de Pesquisa sobre a LRF: Caso Concreto”, com Nilton de Aquino Andrade; “Contabilidade Pública, Orçamento e Auditoria: Base de Controle e Suporte à Lei de Responsabilidade Fiscal”, proferida por Domingos Poubel e “Orçamento Participativo: Experiência de Sucesso” com Jader Branco Cavalheiro. Além das Oficinas de Trabalhos: Controles Internos no Município, com Fernando Antonio da Justa; O Tribunal de Contas como Elemento de Controle Social, com Mauro Guedes Albuquerque e o “Papel dos Conselhos Municipais na Fiscalização da Gestão Pública, com Fátima Cortez. Os contabilistas inscritos receberam três livros dos palestrantes. Na solenidade de abertura participaram,  o presidente do Conselho Federal de Contabilidade José Martonio Coelho, a presidente da Tribunal de Contas do Estado Soraia Thomaz Dias Victor,  Mauro Guedes Albuquerque representando o presidente do do TCM, o presidente do CRC-CE. o vice-presidente de Desenvolvimento Profissional do CRC Osório Cavalcante Araújo (responsável pelo seminário o qual saudou os presentes),  presidente da ASTEC Francisco de Assis Castro, Robson Freitas Pires representando presidente da ACEC e   Cássius Coelho representando o presidente do SESCAP-CE  ( foto acima). O evento teve os seus objetivos alcançados, qual seja, a satisfação do público presente que teve os seus conhecimentos enriquecidos com a sapiência dos palestrantes.

 

CRC-CE LANÇA  REVISTA CEARENSE DE  CONTABILIDADE

        Tendo em vista o grande número de artigos publicados  por contabilistas e professores sobre materiais técnicas-científicas dos diversos ramos da contabilidade, o Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Ceará lançou durante a realização do VI Seminário de Contabilidade Pública a  ‘’REVISTA CEARENSE DE CONTABILIDADE ’’ que será o veículo  oficial do CRC-CE, de divulgação das materiais de caráter científico elaborada por profissionais da área de contabilidade. A revista será trimestral e terá sua primeira edição publicada em dezembro próximo.

 

CRC-CE FIRMOU  PROTOCOLO  DE INTENÇÕES COM O TRIBUNAL

DE CONTAS DO ESTADO

 

O Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Ceará e o Tribunal de Contas do Estado do Ceará, firmaram protocolo de intenções para troca de informações no tocante aos profissionais e empresas de contabilidade, bem como, quanto aos responsáveis pela contabilidade dos processos analisados pelo TCM. O convênio visa com esse ação conjunta, promover uma fiscalização orientativa na solução das questões envolvendo os convenentes e os contabilistas. O documento foi assinado pelo presidente do CRC-CE Amandio Ferreira dos Santos e a conselheira presidente do TCM Soraia Tomaz Dias Victor, por ocasião do Seminário de Contabilidade Pública no CRC-CE.

 

INFORMATIZAÇÃO DAS DELEGACIAS

                Visando a descentralização das ações do órgão o Conselho Regional de  Contabilidade do Estado do Ceará promoveu a entrega de mais dois computadores para as Delegacias do CRC. A Delegada da cidade de  Maracanaú,  Maria de Fátima Bezerra da Silva e o Delegado da cidade de Caucaia Carlos Augusto Vasconcelos  receberam os equipamentos. Com isso, os contabilistas dessas regiões passarão a obter serviços que antes só eram atendidos na sede do CRC em Fortaleza. A entrega desses computadores completa um total de 18 Delegacias informatizadas  que permite a melhora da qualidade dos serviços dos profissionais aos seus clientes.

       

 

 

O CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO CEARÁ, AS DEMAIS ENTIDADES DA CLASSE E O SEBRAE, DENTRO DAS COMEMORAÇÕES DA SEMANA DA MICROEMPRESA CONVIDAM OS CONTABILISTAS PARA PARTICIPAREM DAS SEGUINTES PALESTRAS

 

 

 08h 30min - Palestra: LEI GERAL DA MICROEMPRESA

Palestrante:  Eduardo Araújo Azevedo

 09:30 min: Palestra: EMPREENDEDORISMO DE NEGÓCIOS

Palestrante:  Iandra

 

DATA:  07  de outubro de 2005

Local: Auditório do CRC-Ce

Av: Universidade, 3057, Benfica

 

INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES:

 CRC-CE

Av: Universidade, 3057, Benfica

Fones: (85) 3455-2903 / 3455-2904 / 3455-2905

 

I ENCONTRO DA MULHER CONTABILISTA DA ZONA NORTE

 

13 de outubro de 2005

 

Local: Auditório da SEFAZ

Rua Domingos Olimpio, 203 - Centro

Sobral - CE

 

REALIZAÇÃO

Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Ceará

Sindicato dos Contabilistas da Zona Norte do Ceará

 

APOIO:

Conselho Federal de Contabilidade

 

PROGRAMAÇÃO

08h 30min – Credenciamento

9h – Solenidade de Abertura

09h 30min - Palestra: ESTRATÉGIA DE CARREIRA: SER EMPREGADO OU EMPREGÁVEL

Palestrante: Maria Clara Bugarim

Contadora, Administradora, Advogada, Pós Graduada em Auditoria e Administração de Recursos Humanos, Mestre em Controladoria, Professora da UNIFOR, Conselheira do CFC, Presidente da Fundação Brasileira de Contabilidade e Coordenadora Nacional do Projeto Mulher Contabilista.

10h 30min - Intervalo

10h 45min ás 12hs – Palestra: NÓS PODEMOS MUITO...NÓS PODEMOS MAIS! UMA ABORDAGEM DA MULHER NO NOVO CÓDIGO CIVIL

Palestrante: Elizabeth Alecrim Soares Coelho

Advogada, Pós Graduada em Direito Penal, Pós Graduada em Direito Processual, Membro da Comissão de Apoio Jurídico aos Contabilistas, Membro da Comissão de Estudos Tributários da OAB – CE, Professora da UNIFOR e Procuradora do CRC - CE.

12h – Intervalo

14h ás 15h 30min - Palestra: MARKETING PESSOAL: CRIANDO UMA MARCA POSITIVA NO MERCADO DE TRABALHO

Palestrante: Andréa Mônica Arruda Oliveira

Bacharel em Ciências Contábeis pela Universidade do Vale do Acaraú e Instrutora de cursos.

15h 30min - Intervalo

15h 45min ás 17h - Palestra: AS VÁRIAS FACES DA MULHER

Palestrante: Maria Constança Carneiro Galvão

Contadora, Conselheira do CRC - BA, Diretoria da Associação Comercial da Bahia, Membro do Conselho Estadual de Mulheres da Assembléia Legislativa, Membro do Conselho de Defesa dos Direitos da Mulher, Diretora Tesoureira do Instituto Bahia Mulher, Vogal da Junta Comercial do Estado da Bahia, Membro da Academia Brasileira de Ciências Econômicas, Políticas e Sociais.

17h – Solenidade de Encerramento

 

 

ELEIÇÕES PARA CRC EM 17 DE NOVEMBRO

 

As eleições para a renovação de dois terços do Plenário do CRC serão realizadas no dia 17 de novembro. O CRC lembra a todos os profissionais que o voto é obrigatório e que, para tanto, o eleitor deverá estar em dia com o Conselho.

 

OPINIÃO ATIVA

 

           

O PAPEL DO CONTABILISTA

 

Qual é o papel do contabilista? Não estaria essa profissão ameaçada, frente aos avanços da informática e da internet, uma vez que os computadores assumiram a tarefa dos registros, demonstrações e grande parte dos controles?

Essas indagações, entre outras são, por demais, interessantes, porquanto nos dias atuais, com a dinâmica imposta por mudanças de ordem tecnológica,social, econômica, política etc., que afetam sobremaneira as atividades dos profissionais de contabilidade, havendo a necessidade de se fazeran alogias com cenários dantes existentes, ocasião em que o contabilista res ringia-se a registrar, processar e comunicar informações sobre o patrimônio das empresas.

Deparamo-nos muitas vezes com visões míopes, alheias à essência do conhecimento,daqueles que só enxergam na contabilidade um recurso para produzires criturações e demonstrações, e, portanto, vociferam sobre o desaparecimento da profissão.

A contabilidade não é simplesmente um trabalho operacional de lidar com informações e registros, mas extrapola esses limites, sendo uma atividade de análise, interpretação e orientação de valor inquestionável para o                                                                                                                                                                        processo de gestão, amparada por uma ciência madura e consolidada. Logo,para a segurança dos negócios, na dimensão empresarial e sócio-econômico  financeira, não podemos prescindir desse instrumento que continuará no epicentro da gestão.

Admitimos que a percepção desse aspecto, embora embrionária para alguns profissionais, é fundamental e tem que ser internalizada pela categoria,em face dos efeitos danosos que poderão advir, inclusive com a perda do seu espaço na cadeia de valor. Estar consciente da verdadeira natureza do trabalho contábil é condição indispensável para aqueles que pretendem evoluir no mundo dos negócios, objetivando chegar ao futuro mais úteis que nunca.

Inúmeras entidades, órgãos públicos, instituições das mais diversas ordens necessitam de profissionais competentes e dedicados, capazes de colaborar para que elas se conduzam bem na consecução dos seus objetivos.

Nessa perspectiva, é oportuno que o contabilista reveja seu papel, considerando que estamos numa sociedade que demanda qualificação independentemente do segmento de atividade, a fim de adaptar-se ao que exige a Era Digital.

As exigências aos profissionais são crescentes e desafiadoras. Porém, para que se possa enfrentar os desafios e galgar o êxito almejado, há necessidade de se aliar à capacidade técnica a uma permanente renovação(educação continuada) e a um alto padrão de criatividade.

É preciso continuarmos vigilantes pelo que há de novo na atividade econômica e administrativa, assim como na tecnologia da informação, num processo de superação constante através da atualização de conhecimentos e no uso de técnicas mais modernas.

O momento é de reflexão, no sentido de que as mudanças sejam enfrentadas com determinação, adotando-se posturas proativas, voltadas para a visão corporativa dos negócios, a fim que o papel do contabilista continue sendo cumprido corretamente.

 

Autores:

Tatiana Leitão Viana

Contadora, Especialista em Controladoria, Professora Universitária e Sócia da Intercon Consultoria

Wagner Viana Dantas

Mestre em Contabilidade, Professor Universitário e Sócio da Intercon Consultoria 

 

                                    Artigo publicado na coluna do Jornal O Povo do dia 23/09/2005.

 
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